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VOL. 2 - 2021

Segundo volume da Revista ReMATE

Editorial

Corpo Editorial da ReMATE

Experimentação na Educação: Metodologias Ativas de Aprendizagem

Angelo Luiz Cortelazzo, Dilermando Piva Junior, Maria Rafaela J. B. Rodrigues

A pesquisa de palavras-chave em sites de busca pode ser um bom indicativo da quantidade de trabalhos que está sendo produzida naquele tema ou assunto, quando se utiliza por exemplo o Google Acadêmico, ou Google Scholar, ferramenta que permite encontrar artigos acadêmicos, teses e livros dentre outros documentos. Os termos “metodologias ativas” e “active learning” já foram pesquisados para mostrar a expansão de sua utilização, tanto em nível internacional quanto no Brasil e, no presente trabalho, além de uma atualização dessas buscas, foram também utilizadas outras palavras para mostrar que novas tecnologias vem sendo utilizadas nos trabalhos desenvolvidos por pesquisadores e são facilmente encontradas. Além disso, termos novos, como ensino remoto a partir de 2020, também mostram a pertinência do uso da ferramenta de busca. O trabalho também listou as revistas que possuem em seu título de capa os termos “ensino a distância”, “metodologias ativas” e “tecnologias e educação”, mostrando que ainda são poucas aquelas que são listadas na classificação realizada a partir dos cursos de pós-graduação do país e que geram o “qualis” da CAPES. 

Metodologias Ativas: Origem, Características, Potencialidades, Limitações e Relações Possíveis

Alexandre José de Carvalho Silva , Sayonara Ribeiro Marcelino Cruz, Warlley Ferreira Sahb, Cláudia Maria Carvalho Silva Costa. 

O presente trabalho tem o objetivo de apresentar conceitos, possibilidades e limitações do uso de metodologias ativas no processo de ensino e aprendizagem. Com base numa metodologia descritiva propôs-se responder às questões básicas sobre a temática e, ainda, apresentar alternativas que podem ser adequadas a diferentes contextos educacionais e se enquadrar da educação básica à superior. Também se discutiu a relação entre ensino híbrido e as metodologias ativas para evidenciar a necessidade de adoção de concepções formativas e reflexivas de avaliação condizentes com os pressupostos, por vezes, objetivados com a utilização de metodologias ativas na prática ou projetos de ensino híbrido. Por fim, foi ressaltada a importância de incorporar os trabalhadores (docentes e também gestores) da educação básica para as discussões sobre a utilização de metodologias ativas, fomentando a análise das experiências já existentes e a adequação de novas metodologias aos contextos específicos desse segmento alinhados com os pressupostos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Sala de Aula Invertida no Ensino Remoto

Camila Cavana Ruy Tavernaro, Gidailma Santos de Souza Sgarioni, Maria Rafaela Junqueira Bruno Rodrigues

Há décadas a maior parte do ensino nas escolas do Brasil é pautado nas metodologias tradicionais, onde o professor assume a posição central de transmissor de conhecimento e o aluno a figura passiva, onde sua função é absorver o conteúdo passado durante as aulas. Muito se tem falado sobre a necessidade de mudanças na forma de ensino e antes mesmo da pandemia da COVID-19 ela vinha acontecendo a passos lentos. Porém, foi no momento atual que houve a necessidade por parte de muitos professores e alunos em utilizar ativamente recursos tecnológicos e adotar diferentes metodologias para continuar os estudos de forma remota. O objetivo do presente trabalho foi contemplar informações sobre a sala de aula invertida e a sua importância no ensino em tempos de pandemia, a partir da utilização do Centro de Mídias da Educação de São Paulo. Mais do que esgotar a temática, o trabalho visou ampliar os espaços de discussão tendo em vista a necessidade da pesquisa a respeito desses métodos para uma oferta de educação com qualidade.

Metodologias Ativas: Desatando os nós da passividade no momento da construção do conhecimento significativo na Educação Básica

Maria Rita Bertolazzi

As Metodologias Ativas são uma visão inovadora de como entender e transformar o ensino convencional. Apresentam como pilar estrutural o pensamento crítico-reflexivo, ou seja, o educador como tutor de todo o processo de aprendizagem e a educação como grande gestor da ressignificação do conhecimento. Este artigo apresenta uma reflexão sobre a aplicação dessas metodologias ativas como desatadoras de nós no momento da construção de conhecimentos significativos, a fim de demonstrar novos caminhos para o educador e para o educando através do engajamento e encantamento no momento da aprendizagem. O objetivo é refletir sobre a necessidade de transformar o ensino-aprendizagem, em um novo momento mais criativo e crítico, especialmente no momento em que são contabilizados prejuízos decorrentes do ensino remoto ao longo da pandemia da COVID-19, quando as atividades presenciais foram suspensas também na educação básica.

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